Nova Carteira de Identidade Nacional começa a ser emitida em todo Brasil com prazo até 2027

O Brasil chegou a 50 milhões de emissões da Carteira de Identidade Nacional (CIN), o novo documento que substitui o antigo RG — e a primeira via ainda é gratuita para todo cidadão que quiser fazer a troca. O número foi confirmado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) na última quarta-feira (8/4), e as emissões seguem abertas em todos os estados.

Para quem ainda não fez a troca, o momento é oportuno: a nova identidade concentra o CPF como número único nacional, elimina duplicidades entre estados e abre acesso a mais de 4.600 serviços digitais federais — tudo a partir de um único documento.

A seguir, veja quanto custa emitir a CIN, onde agendar no seu estado e o que muda na prática em relação ao RG antigo.

CIN já chega a 50 milhões: gratuidade, custos e o que realmente muda

Resumo da Oportunidade

  • O que é: Carteira de Identidade Nacional (CIN) — novo documento que substitui o RG com CPF como número único
  • Quem pode emitir: Todo cidadão brasileiro, inclusive quem já tem RG e quer substituir pelo novo modelo
  • Custo: Primeira via gratuita em todo o Brasil, por determinação de lei federal

A Carteira de Identidade Nacional (CIN) é gratuita na primeira emissão — seja para quem tira o documento pela primeira vez ou para quem troca o RG antigo pelo novo modelo. Isso vale em qualquer estado do Brasil, conforme estabelecido por lei federal.

O documento digital, acessado pelo aplicativo GOV.BR, também é gratuito após a emissão da versão física. Já a segunda via — em caso de perda, extravio ou danos — tem custo que varia conforme o estado.

Outro ponto: se o estado oferecer a versão em cartão de policarbonato (material rígido, similar a um cartão de banco), esse formato específico pode ter taxa de emissão. O papel ou a versão digital seguem sem custo.

O que a CIN muda em relação ao RG

Antes da CIN, uma pessoa podia ter até 27 identidades diferentes, uma por estado. Com a nova carteira, o CPF passa a ser o único número de registro nacional, o que elimina essa brecha e reduz fraudes.

O documento conta com QR Code que permite verificar a autenticidade da carteira por meio de aplicativo gratuito. A leitura pode ser parcial — apenas CPF e data de nascimento — ou completa, com validação online de todas as informações.

A CIN segue padrões internacionais de identificação e tem zona legível por máquina (MRZ), o mesmo sistema usado em passaportes. Com isso, o documento é aceito em viagens aos países do Mercosul e demais nações com acordo com o Brasil.

Informações de saúde e acessibilidade

Na versão digital, é possível incluir tipo sanguíneo, fator RH e disposição para doação de órgãos. Pessoas com deficiência podem solicitar a inclusão de símbolos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente.

Dica da redação:

Na hora do atendimento, é obrigatório apresentar a certidão de nascimento ou de casamento. Se quiser já consolidar outros documentos na versão digital da CIN, leve também CNH, Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, PIS/PASEP ou Certificado Militar. Não é preciso levar tudo — apenas os que forem apresentados serão incluídos.

CIN eleva conta GOV.BR para nível Ouro

Quem emite a versão digital da CIN automaticamente tem a conta GOV.BR elevada para a categoria Ouro. Na prática, isso amplia o acesso a mais de 4.600 serviços digitais federais e outros 8 mil serviços de estados e municípios, como o Meu INSS, o Meu SUS Digital e a Carteira de Trabalho Digital.

Com 50 milhões de emissões confirmadas, a procura pelo documento é alta. Quem ainda não agendou pode encontrar datas mais disponíveis nos Institutos de Identificação com antecedência de alguns dias — vale verificar com frequência, pois novos horários costumam ser liberados.

Situação Custo
Primeira via (papel ou digital) Gratuita em todo o Brasil
Segunda via (perda, extravio ou dano) Taxa varia conforme o estado
Versão em policarbonato (plástico rígido) Pode ter custo, conforme oferta do estado
Versão digital (app GOV.BR) Gratuita após emissão da versão física

Como Emitir a Nova Carteira de Identidade Nacional

O processo é direto: acesse o portal Gov.br e localize o serviço de agendamento disponível para o seu estado. Em seguida, escolha data e horário para comparecer a um dos Institutos de Identificação estaduais.

No atendimento presencial, serão coletados os dados biométricos e conferidos os documentos. Após receber o documento impresso, o cidadão já pode acessar o aplicativo GOV.BR para baixar a versão digital da CIN.

Documentos necessários para emitir a CIN

  • Obrigatório: Certidão de nascimento ou de casamento
  • Opcionais (para inclusão na versão digital): CNH, Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, PIS/PASEP, Certificado Militar, entre outros

A emissão da CIN, com 50 milhões de documentos já entregues, confirma que o sistema está em pleno funcionamento em todo o país. O passo mais importante é não adiar o agendamento — a gratuidade da primeira via é garantida por lei, mas as datas disponíveis variam conforme a demanda em cada estado.

Fonte: Informações publicadas pelo Concursos no Brasil, com adaptação editorial

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Paloma Guedes Paloma

Paloma Guedes Paloma

Redatora e entusiasta da leitura, especializada em transformar informações complexas em conteúdo acessível e relevante. No guiadoscursos.com compartilha oportunidades de educação profissional com foco em clareza, precisão e credibilidade, ajudando milhares de brasileiros a acessarem cursos gratuitos de qualidade

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